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14
Nov17

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“Animal free”. Foi a ideia que a Raquel nos deixou. O seu casamento teria que respeitar ao máximo o seu desejo. Nada que nos assuste, afinal o tema é-nos muito querido.

Como atender a este pedido? Fácil: Catering vegan... Mas não ficámos por aí. Todo e qualquer produto utilizado para o evento, como por exemplo, a maquilhagem da noiva não podia ter sido testado em animais e ser o mais orgânico possível. Sim, até o arroz atirado aos noivos no final da cerimónia foi substituído por alpista!

Foi neste clima de máximo respeito com a Natureza que realizámos o sonho destes fantásticos noivos que nos permitiram levar o nosso trabalho para outra dimensão.
 
Adorámos Raquel & João, que sejam felizes sempre.

 

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02
Out17

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Todos os nossos casamentos são especiais para nós e, naturalmente (principalmente!), para os noivos. Dedicamos muitas horas do nosso trabalho a cada um deles e, fazemo-lo com imenso carinho e dedicação. É quase impossível não nos envolvermos de forma sentimental com estas famílias. Sabemos que é trabalho, mas quando se trata de casamentos, não vendemos um serviço, mas sim expectativas. Estamos a falar de emoções ao rubro para as quais damos o nosso melhor para que tudo corra bem, para que seja um dia único para todos.

A Marta e o Tiago são daqueles noivos que é impossível não criar ligação. Ele, mais descontraído, ela super atenta a todos os detalhes, pensados e executados minuciosamente por ela. Nada podia falhar.
Escolheram a Tapada Nacional de Mafra porque queriam que o mood fosse o de uma floresta encantada com a presença dos animais que ali habitam a fazer parte do cenário.


É difícil pôr em palavras as emoções que sentimos na cerimónia civil, em especial quando os irmãos dos noivos discursaram. Sentimos amor em cada palavra e em cada embargo de voz. Confessamos que também nos rendemos e chorámos de emoção.
Marta&Tiago (e Hobbes) desejamos que sejam sempre cúmplices, que sejam muito felizes, para sempre.

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Sempre que organizamos um casamento, surge a pergunta: "De que lado fica a noiva?"

Segundo uma lenda de origem anglo-saxónica, a noiva deve ficar sempre do lado esquerdo do noivo. Dizem que o noivo, temendo um ataque dos dragões e outras ameaças, deixava sempre o braço direito livre para sacar a sua espada. Esta regra aplica-se na cerimónia religiosa e também na civil.

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No local da cerimónia, entram primeiro os convidados. A família do noivo fica de um lado e a da noiva no outro. Na Save the Date gostamos de desconstruir esta "regra". Somos totalmente a favor do "pick a seat not a side" isto é, escolhe um lugar e não um lado. O casamento é também a união de duas famílias, por isso somos a favor das ligações entre todos.

De seguida, entra o noivo com a mãe (o noivo à direita e a mãe à esquerda). No altar, chega a momento tradicional de esperarem pela entrada da noiva. Esta entra sempre do lado direito do seu pai (ou outro ente querido). Ao chegar ao altar, faz a troca do bouquet – da mão direita para a esquerda – e posiciona-se corretamente do lado esquerdo do noivo, já que o mesmo a espera do lado direito no altar.

 

No final da cerimónia primeiro saem os convidados, desta forma todos podem presenciar a saída dos noivos e felicitá-los com arroz (símbolo de prosperidade, desejo de saúde e riqueza). Acrescentem pétalas de flores e folhas de oliveira símbolo da paz.

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Acima de tudo, sejam felizes! Façam o vosso próprio protocolo. Escolham os passos com os quais estão mais confortáveis e que sejam mais adequados à vossa família e amigos.

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10
Jul17

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A Save The Date mudou, adaptou-se ao momento e prepara o futuro. Continuamos focadas a fazer aquilo que sempre fizemos: Superar as suas melhores expectativas.
Depois de três anos a deixar a nossa marca, achámos ser a altura ideal para actualizar a nossa imagem e reposicionar a empresa e o que oferecemos. Queremos estar mais próximos de si quando as ocasiões assim o exigem, do casamento ao batizado, sem esquecer as despedidas de solteiro, dos eventos corporate da sua empresa, da apresentação aos media do seu mais recente feito.
São muitas as novidades que estamos a preparar. Não queremos desvendar tudo, mas revelamos já uma surpresa! O de fazer de qualquer evento uma ocasião feliz, um sucesso entre os seus e uma data inesquecível.

Conte connosco!

Obrigada ao Tiago Filipe Silva pelo fantástico trabalho na criação da nossa nova imagem

 

 

 

 

 

 

 

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Quando cinco marcas se juntam o resultado só pode ser magnifico.

Temos a sorte de partilhar o nosso trabalho, com cinco marcas, cinco mulheres, num Atelier que cheira a arte e a talento. No nosso espaço encontra tudo para casamentos, batizados e outras ocasiões especiais. Fotografia, wedding and event planner, design gráfico, toucados e vestidos de batizado são alguns dos serviços disponiveis.

O desafio da Save the Date era criar uma mesa, com uma decoração elegante, de inspiração rústica e onde não foram esquecidas as peças mais orgânicas, como as suculentas, as flores e a madeira. Quisemos criar uma atmosfera única, onde a elegância está em perfeita harmonia com o meio ambiente.

Fica o convite, visite-nos na Av. Guerra Junqueiro, 13-5dto, em Lisboa.

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Modelo: Catarina Ramalho Correia

Fotografia Mariana Megre

Coroa de Flores e Bouquet: Chapeauxik

Vestido de Noiva: Pureza Mello Breyner

Design Gráfico: Stay Gold

Cake Design: bake4u

Wedding Planner & Table Design: Save the Date

 

 

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Something old, something new, something borrowed and something blue 

 

Ao longo dos anos foram muitas as noivas portuguesas que adoptaram este superstição inglesa que remota a 1898.

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Alguma coisa velha

Simboliza o passado, a tradição e a família. É uma boa oportunidade para homenagear alguém da sua família, usando uma joia antiga; uns brincos, uma tiara, uma pregadeira, o véu, ou mesmo o vestido de noiva da sua mãe, naturalmente adaptado ao seu estilo.

 

Alguma coisa nova

Simbolo de inicio de uma nova vida. Esta é a mais fácil de seguir, a lista é imensa. O vestido, a lingerie, os sapatos ou o véu.

 

Alguma coisa emprestada

O ideal é usar alguma coisa emprestada de alguém que tenha um casamento bem sucedido, já que simboliza a felicidade emprestada. Apostamos que são muitas as vossas amigas que vão querer emprestar algo. O véu, por exemplo parece-nos uma peça excelente.

 

Alguma coisa Azul

Azul significa fidelidade, pureza e amor. Para os cristãos é o símbolo da Virgem Maria.

Se é daquelas noivas timidas, e que não gosta de arriscar na cor, pode usar um pequeno bordado com um detalhe no interior do seu vestido, um coração, as vossas inciais e a data do casamento. Para as mais ousadas, uns sapatos azuis, uma faixa/cinto no vestido, as joias ou até mesmo um bouquet com flores azuis.

 

É claro que a receita para um casamento feliz nao depende só destas superstições, mas não vá o diabo tecê-las, se ainda não conhecia, tome nota destas dicas para que tenha um dia cheio de alegria.

 

 

 

 

 

 

 

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A Daniela e o Ricardo têm das histórias de amor mais giras de sempre! Prepararam um casamento minimalista, mas cheio de sentimento e magia, mesmo à sua medida. Queriam celebrar a união com os pais e irmãos, mas de forma completamente diferente, fazer-lhes uma surpresa. Nós tratámos de tudo.

Preparámos aquela que veio a ser a notícia do ano! Os pais, para além de terem sido surpreendidos com o casamento no próprio dia, receberam a notícia mais querida de sempre, vão ser avós. Haverá melhor maneira de celebrar o amor?

Desejamos que sejam felizes para sempre, como nos contos de fadas.

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Com uma decoração rústica e campestre, o casamento foi celebrado na Casinha de Madeira, na Tapada Nacional de Mafra. Um ambiente de floresta encantada que vale a pena visitar, e se está a pensar em casar, este é o sitio ideal.
Ficamos à sua espera

 

E a caixa das alianças, não ficou um amor? Tem tudo a ver com o lacal da cerimónia e com a decoração.

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14
Jan16

Por aqui somos duas, e não queremos que as atenções sejam sobre nós. Mas hoje, perdoem-me a vaidade, escrevo sobre mim.

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Costumamos fazer uma viagem por ano só os dois, ou com amigos e sem filhos. Carregamos baterias e regressamos sempre mais apaixonados. Achamos fundamental este tempo só para nós. E num dia de praia, numa conversa casual com o Nuno e com a Vera, decidimos que essa viagem seria à cidade que nunca dorme, na altura da passagem de ano.

 

Vivo com o Hugo há 12 anos e para ele, o "papel" não era importante, para mim sim, e sei que para os nossos filhos fazia toda a diferença. Aos poucos a ideia de casar em Nova Iorque começou a ganhar força. É sobejamente conhecida a minha fixação por NYC e pelo Sexo e a Cidade, especialmente pela Carrie. Quem não chorou e riu com as histórias de amor e desamor daquelas 4 amigas? Mesmo que imperfeitas, e sabendo que era ficção, no fundo, no fundo, em algum momento desejámos ter aquela vida, ou pelo menos uma amizade tão forte e cúmplice.

 

Falámos com os nossos filhos e só casaríamos sem a presença deles se estes compreendessem a importância do nosso gesto sem que ficassem aborrecidos por não estarem presentes. A resposta foi consensual, para eles o mais importante era que fossemos felizes. Por isso o consentimento foi o mote para tratarmos de tudo. Não houve pedido formal de casamento, mas houve anel de noivado (que tive de guardar na caixa e não pude usar, já vão perceber porquê mais à frente).

 

Sou wedding planner, e control freak, por isso informei-me o mais possível sobre o casamento nesta cidade. Sabia que era “impessoal” que não havia lugar para emoções, nem tempo para discursos. Os noivos são mais que muitos e são chamados para a cerimónia (que não dura mais do que 5 minutos) através de um sistema de senhas. Mas isto não nos demoveu, o ritual não era de todo o mais importante.

Há noivas que vão vestidas a rigor, com vestido branco e véu, há outras mais simples, e há até quem vá de jeans e t-shirt. Com muitos ou poucos convidados, ou até só com uma testemunha, o importante mesmo é oficializar o amor.

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Apesar de termos tratado de tudo com muita antecedência, o receio natural da distância e de um país com leis e regras diferentes às nossas, obrigou-nos a ter cautelas. Tínhamos receio que algo corresse mal e não pudéssemos casar, por isso guardámos segredo durante 2 meses, e só os nossos filhos, a madrinha da minha filha, e o nosso querido amigo Nelson (que vive nos Estados Unidos, e que infelizmente neste dia não pode estar presente por estar em Lisboa) sabiam.

 

Nem mesmo os nossos futuros padrinhos... adivinharam! A Vera e o Nuno só foram convidados 6 dias antes, no dia em que fomos oficial e presencialmente tratar da licença de casamento. Quando tivemos a certeza que os documentos estavam aprovados, que estava tudo certo e que nada podia correr mal. Imaginam a surpresa deles?

 

O convite tinha de os surprender. Inspirei-me nestes e não podia ter corrido melhor. Houve riso, emoção e vá, uma ou outra lagrimita.

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Os detalhes do grande dia, querem saber? Prometo contar-vos tudo. Stay tuned ;)

 

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