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A convite da Revista Pais&Filhos estivemos este fim-de-semana no Mercadito da Carlota, a decorar o espaço onde se realizou o Casting para a capa de Junho.

Dois dias bem passados, cheios de alegria com muitas, muitas crianças giras! Pelo que vimos, será muito complicado escolher apenas uma criança. Não invejamos o papel da Direção da Pais&Filhos!

A animação das crianças que passou pelo espaço foi assegurada por uma das nossas queridas animadoras To be Kid, que conquistava a simpatia dos mais pequenos com oferta de algodão doce e pipocas, enquanto aguardavam a sua vez para a tão esperada fotografia.

Se foi um dos papás que passou pelo casting, guarde o folheto que a nossa animadora lhe entregou. Está numerado e pode ser o feliz contemplado com uma festa, no nosso espaço To be Kid.

Faça like nas nossas páginas To be Kid e Save the Date e esteja atento ao sorteio de uma festa, que se realizará em datas a acordar, com temas existentes.

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A querida Margarida fez 30 anos e quis festejar connosco.

A decoração da festa foi inspirada nos painéis de azulejos azuis e brancos que revestem as paredes centenárias do Palacete do Beato. E as memórias de infância, com fotografias antigas, tiveram lugar de destaque na dessert table.

Doces e salgados fizeram a delicia de todos. Para o bolo de aniversário optamos por uma decoração simples mas muito elegante, que foi muito apreciado por todos os convidados.

Adoramos todos os nossos aniversariantes, mas confessamos que nos dá, também, muito gosto em fazer estas festas para gente mais crescida.

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Vamos falar de castigos?

Há alturas em que nos apetece pendurar as crianças no tecto! Como por magia não fazem nada do que pedimos, só sai disparate daquelas pequenas cabeças e parece que um furacão tomou conta das nossas casas. E de que forma podemos castigar os nossos filhos? Devemos castiga-los? As opiniões são muitas. Eu acredito que as crianças devem entender que, na vida, há punições quando não se faz o que está certo. Mas é preciso adaptar os castigos às diferentes idades.

A partir dos 9 meses a criança começa a entender o não! E é quando começa aquilo que para elas é um jogo divertidíssimo de mexer o de não podem, nós dizermos mil vezes que não e eles continuarem a por a mão mais mil vezes enquanto nos olham com aquele olhar de troça. Nessa fase não há grande coisa a fazer. É continuar a dizer não as vezes que forem precisas, ter muita paciência e tentar desviar a atenção para outra coisa onde possam mexer.

Em vez de gritar 10 vezes que não se mexe na jarra da avó, mostramos-lhe o cesto de legos tão giro com o qual pode brincar no tapete. À medida que a criança vai crescendo, vamos começando a "aumentar o nível". Explicando sempre o que fez de errado e porque não o deveria ter feito, mas mostrando sempre como o deveria ter feito. Hoje em dia, já ninguém mete os filhos trancados na dispensa e por favor não os metam no quarto escuro! Mas podem ir para o quarto pensar. Arranjem um canto na sala, que seja sempre o mesmo! - Acho que estás muito nervoso! É melhor ficares aí um bocadinho a pensar no que fizeste.

O tempo de castigo equivale a um minuto por ano. Se a criança tiver 4 anos, não deve ficar mais de 4 minutos sentada. É importante que a criança não saia do castigo sem que o adulto lhe diga que já pode sair e que a chame para conversarem. - Percebeste porque estiveste sentado a pensar? O que aconteceu de errado? Achas que vale a pena voltar a fazer isso? Nunca, em circunstância alguma podemos dizer à criança que não gostamos dela! Aliás, devemos sempre reforçar o quanto gostamos dela, mas não gostamos nada do que ela fez. - Eu gosto muito de ti! Mas fico tão triste quando bates no teu irmão... Gostavas que ele também te batesse? Quando batemos em alguém, magoamos a outra pessoa. Também não gostas que te magoem, pois não?

A criança continua a crescer a certa altura já sabe bem o que é certo ou errado! Uma criança de 7 anos já sabe que não se morde nem bate e sabe bem quando está a ser mal-criado com os pais. Os castigos já começam a poder ser mais elaborados. Não jogar tablet até ao dia seguinte, não comer a sobremesa que pediu à mãe para fazer. Nunca dêem castigos que não é suposto serem castigos. Como ir para a escola ou por a mesa. A escola não é castigo e por a mesa devia ser uma tarefa obrigatória em casa. É sempre bom habituarem-se às tarefas de casa e a ajudarem os pais. Com as crianças mais pequenas, os castigos devem ser dados na hora.A criança de 3 anos não se vai lembrar porque está de castigo às 17:00 quando o disparate foi feito antes do almoço. E por isso mesmo os castigos da escola não devem ser prolongados em casa.

Sim, às vezes apetece pendurá-los no tecto, mas há outras formas de conseguir dar a volta à questão!

Kiki

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Vamos tirar as fraldas?

Antes das dicas propriamente ditas, vamos a uma coisa importante! Quem conhece melhor o vosso filho? Vocês! Não é o pediatra, não é a senhora do livro sobre crianças, nem a senhora do café ou a vossa vizinha. Só vocês saberão quando é que ele estará preparado para o desfralde.

Porquê fazer o desfralde? Porque a criança está preparada para isso! Nunca porque a vossa sogra vos diz: "O João com a idade do Manelinho já tinha largado as fraldas há muito tempo!" Nunca porque a criança fez 2 anos e está na altura. Nunca porque quase todos da sala dele já tiraram as fraldas. Nunca porque o filho da vossa melhor amiga, que é um mês mais novo, já largou as fraldas. Nunca porque o irmão mais velho largou com 2 anos e ele já tem quase 3.

É essencial que percebam que cada criança tem o seu ritmo. O normal é tirar entre os 2 e os 3 anos. Se tirar antes, fantástico! Se tirar depois, bom na mesma. A criança tem de ter maturidade para o fazer, tem de ser capaz de controlar os esfíncteres (músculos que controlam a saída do cocó e do xixi) e tem de perceber como o faz. Por norma a criança começa por avisar que fez xixi ou cocó e só depois consegue antecipar. Mesmo que consiga antecipar, não significa que consiga logo controlar e esperar até a porem na retrete ou no pote. Quando virem que eles começam a pedir para ir ao pote ou à retrete é sinal que está na hora de começar a pensar nisso.

Muitas vezes eles pedem e quando lá chegam não fazem nada porque já fizeram. Mas é importante que os ponham sempre. Sim! É uma trabalheira... Tirar calças, body, fralda... Depois ficam na conversa 10 minutos e não fazem nada. E nós temos de por outra vez tudo no lugar, para nada... Para nada, não! Em 10 vezes que vão ao pote, alguma hão de fazer! E depois surge a dança do penico! A família faz procissões à casa-de-banho para fazer uma festa à criança. Toda a gente bate palmas, toda a gente ri! E a criança começa a ter noção que aquilo que acabou de fazer é mesmo importante! É importante que falem com a educadora para que estejam todos em sintonia. Tem de haver um trabalho de equipa. Nunca devem começar o desfralde na 2ª feira quando vão para a escola. Comecem num Sábado em que não haja grandes programas. Façam as coisas com calma, sem stress ou pressões de horários.

Se ficarem em casa, deixem-nos só de cuecas. Facilita a ida ao pote e poupa uma data de roupa. Deixem o pote ao pé deles. Faz com que se lembrem dele sempre que olharem para ele e fica mais perto quando a vontade chegar. Felicitem sempre que houver um sucesso. Mas nunca repreendam quando houver um xixi nas cuecas!!! Podem mostrar que ficaram um bocadinho (só um bocadinho) tristes mas encoragem a fazer o próximo xixi no pote. Mostrem que eles têm de tentar e que vão conseguir. Também vocês têm de acreditar nisso para lhes poderem passar as energias certas.

Para a escola mandem muitas mudas de roupa. Usem sapatos de borracha por exemplo. Se sujarem com xixi, é só passar por água! Para as raparigas, facilita as saias ou vestidos e para os rapazes, calções ou calças fáceis de tirar. Sem botões ou molas complicadas... Podem fazer uma tabela e desenhar uma estrela ou um smile de cada vez que houver uma vitória.

Há livros muito giros na Fnac e no Continente com imagens e com tabelas de autocolantes para esta fase. Podem compensá-los ao fim de 5 vitórias. Com um chocolate, ou uma ida ao parque. Se forem à rua, levem o pote atrás e um pacote de toalhetes. Assim, se eles pedirem de repente, têm sempre a "casa-de-banho" à mão! Vão com eles escolher as cuecas novas. Elas vão adorar mostrar as cuecas das Princesas e eles vão adorar mostrar as cuecas do Faísca aos amigos e aos avós.

De resto, muita paciência! Muito amor! Muitos beijos e muitas palmas! Se virem que a coisa não está a funcionar, voltem atrás. Falem com eles e combinem por fralda outra vez mais um tempo. Mostrem que não há problema, que têm de ficar um bocadinho mais crescidos! Não vale a pena insistir se eles não estiverem preparados. Só lhes vai causar frustração e pode piorar o processo.

Boa sorte e have fun!

Kiki

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08
Mar15

Hoje não é só o dia da Mulher. Isto, é muito vago. Hoje é o dia da Mulher, da mãe da filha, da irmã da esposa, da nora, da sogra, da empresaria, da trabalhadora e de todas as tantas coisas que nós Mulheres temos de ser.

A sociedade assim o diz. Temos de ser super Mulheres para conseguir desempenhar todas as tarefas que temos dia após dia e muitas das vezes, também à noite.


Esta semana, não foi fácil por aqui.

Entre perder entes queridos, miúdos doentes, festas para preparar e muitas outras tarefas, que todas nós bem conhecemos, dei por mim a pensar, no que realmente somos capazes de fazer.

Quando peço algo ao meu marido, o que acontece geralmente, é ser bombardeada com perguntas do género, onde, como, porquê. Tudo para ele tem de ser bem explicado e planeado com bastante antecedência.

Ao contrário de nós, que a cada contratempo, temos todas as respostas e ações prontas para passar ao plano B.

A semana finalmente chegou ao fim e todas as tarefas foram cumpridas.

Estamos cansadas, ainda com muitas emoções para digerir, mas isso só o tempo ajudará. Mas temos o sentimento de dever cumprido, apesar das correrias e todos os percalços.

A verdade é que nós Mulheres, não somos super Mulheres, nem temos super poderes, somos sim, movidas por uma grande força interior que nos faz ir mais além, sem nunca olhar para trás. Até porque, não temos tempo a perder.

 

Vera Martinez

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